Wednesday, August 30, 2006
Tuesday, August 29, 2006
És um parvalhão
Por vezes, quando se tem um mau dia e precisamos de o descarregar em alguém, não o faça em alguém seu conhecido. Descarregue em alguém que NÃO conheça.
Estava sentado à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o. Respondeu um homem que disse: "Está?"
Educadamente respondi-lhe: "Estou! Sou o Luís Alves. Posso falar com a Sra.Ana Marques, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos: "Vê lá se
arranjas a mer** do número certo, ó filho da pu**!" e desligou o telefone.
Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma coisa destas. Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo
atendeu, gritei-lhe: "És um grande parvalhão!" e desliguei. Escrevi o
número dele juntamente com a palavra "parvalhão" e guardei-o.
De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe: "És um parvalhão!" Isso
animava-me.
Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "parvalhão" iria acabar. Por isso, liguei-lhe e disse:
"Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de chamadas!" Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone. De seguida liguei-lhe, e disse: "É porque és um parvalhão!"
Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse.
Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me. Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro parvalhão, pensei que
era melhor telefonar também para o parvalhão do BMW.
Perguntei-lhe: "É o senhor que tem um BMW preto à venda?"
"Sim", disse ele.
"E onde é que o posso ver?", perguntei.
"Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É uma
casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."
"E o senhor chama-se?..." perguntei.
"O meu nome é Alberto Palma", disse ele.
"E a que horas está disponível para mostrar o carro?"
"Estou em casa todos os dias depois das cinco."
"Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"
"Diga!"
"És um grande parvalhão!", e desliguei o telefone.
Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "parvalhões" a quem
telefonar.
Tive, então, uma ideia. Telefonei ao parvalhão Nº 1.
"Está?"
"És um parvalhão!" (mas não desliguei)
"Ainda estás aí?" ele perguntou.
"Sim", disse-lhe.
"Deixa de me telefonar!" gritou.
"Impede-me", disse eu.
"Quem és tu?" perguntou.
"Chamo-me Alberto Palma", respondi.
"Ah sim? E onde é que moras?"
"Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em
frente, ó parvalhão. Porquê?
"Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.
"Estou mesmo cheio de medo de ti, ó parvalhão!" e desliguei.
A seguir, liguei ao parvalhão Nº 2.
"Está?"
"Olá, parvalhão!", disse eu.
Ele gritou-me: "Se descubro quem tu és..."
"Fazes o quê?" perguntei-lhe.
"Parto-te a tromba!" disse ele.
E eu disse-lhe: "Olha, parvalhão, vais ter essa oportunidade. Vou agora
aí a tua casa, e já vais ver."
Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da
Descobertas, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay. Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas. Cheguei a tempo de ver dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.
Já me sinto muito melhor.
Gerir a raiva sempre funciona.
(esclarecimento: não me aconteceu a mim, recebi o texto por mail)
Foi um acidente
Frequentemente nos filmes americanos, os personagens quando surpreendidos pelo conjugue em pleno acto com o amante, dizem – foi um acidente , não é o que estás a pensar.
O que levará alguém a dizer que foi um acidente? Será por considerar que não foi planeado?
Mas alguém na vida real diz isso? Foi um acidente
Depois imaginem a mãe a desabafar com uma amiga.
Mãe (do personagem apanhado) - a minha filha teve um acidente
Amiga – então? O que lhe aconteceu ? é grave? Aleijou-se? Foi de carro?
Mãe- Nah, nada disso
Amiga - então?
Mãe – a minha filha aproveitou que o marido dormiu fora em trabalho, convidou o amante para ir lá a casa, deitaram-se os dois, ela despiu-se, o amante também, ele colocou-se de gatas e pimba
Amiga - e isso é um acidente?
Mãe, ela disse que sim, ao marido, quando este os surpreendeu
Monday, August 28, 2006
Thursday, August 24, 2006

Há dias de azar
Slevin Kelevra (Josh Hartnett) tem vários problemas na sua vida. O prédio onde mora foi condenado, a sua identificação foi roubada e a sua namorada anda a traí-lo. Para escapar por algum tempo dos problemas, pede emprestado com seu amigo Nick Fisher (Sam Jaeger) um apartamento em Nova York. Paralelamente há um plano a ser delineado no submundo do crime de Nova York. Para se vingar da morte do filho, o Chefe (Morgan Freeman) planeia um golpe ao filho de seu arqui-inimigo, o Rabino (Ben Kingsley). O Chefe contrata Goodkat (Bruce Willis) para executar o plano, que consiste em encontrar um apostador que deva muito dinheiro ao Chefe a ponto de aceitar matar o filho do Rabino para se livrar da dívida. O escolhido é Nick Fisher, o que faz com que Goodkat vá até ao seu apartamento e confunda Slevin com seu alvo. Lucky Number Slevin é um filme de suspense que mostra o submundo do crime e vingança onde nada parece o que é.Ficha TécnicaTítulo Original: Lucky Number SlevinGénero: Crime/Drama/Thriller (M/16)Realização: Paul McGuiganInterpretação: Josh Hartnett, Bruce Willis, Lucy Liu, Morgan Freeman, Ben Kingsley, Stanley TucciDuração: 1h49mAno: 2006
Fui ver este filme ontem, gostei muito, recomendo.
Tuesday, August 22, 2006
Não dar conta
Hoje tenho uma questão mais virada para o universo feminino
Uma colega minha, muito mais velha do que eu, estava-me a explicar um relatório por ela feito e encostou uma mama ao meu ombro, até aqui nada de especial, há mais mamas encostadas a ombros no planeta terra do actividade física íntima.
Mas a coisa parecia-me completamente desenquadrada, e eu pensava, será que está distraída?
Existe estar distraída quando se encosta um mamilo rijo nas costas de um colega? Isso existe? Ou é nitidamente uma situação provocadora,
Quanto mais eu sentia aquele mamilo rijo, como que a pedir beija aqui, mais eu pressionava também as costas, e mais ela me parecia distraída, infantil, como se fosse uma pré-adoslecente que se senta de saias e pernas abertas, com inocência …
a reflexão é mesmo, é possível não dar conta?
Friday, August 18, 2006

Falar no seu próprio microfone
Este pequenote consegue a proeza de falar no seu próprio microfone, com grande esforço é certo, mas lá consegue e até parece meio satisfeito, a grande questão para a humanidade é :
Era capaz de falar ao teu próprio microfone?? ( caso conseguisses lá chegar claro, e não vale publicidade enganosa a dizer que o tamanho é tão grande que etc etc...) )
Thursday, August 17, 2006
Wednesday, August 16, 2006
2ª feira
A pior Segunda-feira do ano, é a que marca o nosso regresso de férias, por isso este ano experimentei regressar numa Quarta-feira, a sensação é igualmente má, e angustiante, o que vale é que daqui a dois dias é Sexta-feira
I’m back, estou de volta on line, I’m back from the after life( a parte do after life era só para dramatizar)
Get ready for na intense august, quer dizer, mais vale não prometer nada, para não criar expectativas, nem a mim próprio
Por isso – get ready for nothing







